quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Só Lula (o Nosso Pinóquio Acrobata), o PT, Lewandowski e Toffoli acham que não houve mensalão ...

Concluída a votação de hoje, o deputado João Paulo Cunha já foi condenado por 8 dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) -- falta apenas o voto do ministro Ayres Britto -- por corrupção e peculato. Resta apenas saber a pena que lhe será imposta.

A votação de hoje, que felizmente "destoou" pela serenidade dos ministros votantes, começa a lavar a alma do país e a mostrar que a impunidade de políticos corruptos não é mais absoluta entre nós.

A votação de hoje desmascara definitivamente, por cínica e desavergonhada, a ética de fachada do PT e de seus principais dirigentes. Desnuda, pela milésima vez, um político demagogo, mentiroso reincidente e contumaz, aético, amoral, chamado Luiz Inácio Lula da Silva, o Nosso Pinóquio Acrobata (NPA). Felizmente curado do câncer -- porque não desejo essa doença ao meu pior inimigo -- restam-lhe defeitos insanáveis de caráter e personalidade, com os quais se sente absolutamente feliz e à vontade. Até seu nariz, típico do lendário mentiroso com cujo nome o alcunhei, é incorrigível por qualquer cirurgia plástica por não ser material e físico, é algo muito mais profundo. A manifestação mais recente do caráter irremediavelmente corrompido do NPA deu-se há escassos três dias atrás, em entrevista ao jornal The New York Times, em que negou a existência do mensalão -- o Nosso Pinóquio Acrobata surfa em suas mentiras também no exterior.

Os votos dos ministros Ricardo Lewandowski e José Dias Toffoli pela absolvição de João Paulo Cunha, a rigor, não surpreenderam ninguém. No contexto de seu peculiar conceito de fidelidade, não necessariamente à Justiça, os dois vêm se esforçando bravamente para não decepcionar e muito menos irritar quem os conduziu à Suprema Corte do país.

Como o NPA conseguiu, também nesse julgamento do mensalão, escapar espantosamente do banco dos réus, falta agora a guilhotina (espada, para ele, é pouco) da Justiça cair sobre a cabeça de José Dirceu de Oliveira e Silva, sua eminência parda. Aí, então, poderemos saudar efusivamente o início de uma nova era na moralidade política do país.

2 comentários:

  1. Todos os elementos desta postagem estão muito bem colocados, particularmente as linhas sobre a vencida doença (física) do NPA. Aguardo o desenlace do julgamento como uma espécie de resgate moral, que me faz falta amiúde, até porque as cadeias não verão nenhum deles, lamentavelmente. Um fato desanimador é que, se o NPA diz que não houve mensalão, então seus inúmeros milhões de fieis e cegos (por opção) seguidores também hão de achar que não houve mesmo.
    O pior cego é o surdo!
    O cidadão mais atento já notou que a farsa urdida pelo NPA começa a desabar.

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  2. Vasco,

    É como acreditar que a criminalidade vai acabar. O safado tem criatividade e vai inventar novas formas de lesar o erário público. O hungaro Peter Kelleman ensinou como é facil aplicar golpes no Brasil.

    Agenor

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